sexta-feira, 14 de abril de 2017

Jogos Didáticos de Ecologia

Os jogos a seguir foram produzidos por alunos de Licenciatura em Biologia
Nas aulas da disciplina Laboratório de Ensino III, ministradas pela Professora Regina Mendes
Na Faculdade de Formação de Professores da UERJ

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Terrário autossuficiente

Bióloga ensina como montar um terrário usando um pote de vidro
Um terrário fechado é a melhor opção para quem quer ter plantas em casa, mas não leva jeito para jardinagem. Depois de prontos, são como um ecossistema em miniatura: a água evapora e as plantas se mantêm sozinhas, não é preciso nem regar. As espécies mais indicadas são as suculentas e cactáceas, que necessitam de pouca água.
O único cuidado é deixar o recipiente num local fresco e com luz indireta, afirma a bióloga Daiana Gonzalo, professora do Senac. Abaixo, ela ensina como montar um terrário
1- Em um pote de vidro, coloque uma camada com dois dedos de cascalho médio. isso permitirá que a água escoe e não fique acumulada na terra, evitando que as raízes apodreçam

2- Jogue grãos de carvão ativado para evitar a proliferação de microrganismos, em seguida, forre com musgo desidratado, que vai ajudar a segurar a terra e fornecer material orgânico


3-  Acrescente uma camada de terra adubada e insira as plantas com ajuda de uma espátula. É preciso deixar um espaço entre elas. Depois, finalize a decoração com cascalho



4- Regue o suficiente para umedecer a terra e feche bem o pote para a água não evaporar



5- Para enfeitar, cubra a tampa com um retalho de tecido e amarre com um fio de juta



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

O mundo perdeu 58% das populações de animais selvagens em 40 anos




O mundo perdeu 58% das populações de seus animais selvagens entre 1970 e 2012. Os dados são do relatório Living Planet Index, feito pelo Instituto de Zoologia de Londres em parceria com a World Wildlife Fund (WWF), que analisou mais de 3,7 mil espécies de pássaros, peixes, mamíferos, anfíbios e répteis.

O levantamento sugere que a atividade humana, a exploração de animais selvagens, a poluição e as mudanças climáticas sejam alguns dos fatores responsáveis pela queda.

Os pesquisadores preveem ainda que, se continuar nesse ritmo, o mundo terá perdido dois terços de seus animais vertebrados ao longo dos próximos quatro anos — algumas espécies de elefantes e peixes são a que mostram um ritmo mais acelerado de declínio.

Críticas:
Alguns especialistas questionaram os resultados encontrados pelas duas organizações. A principal crítica é o fato o número considerado para a análise corresponde a apenas 6% do número total de espécies verterbradas do mundo.

Em entrevista à BBC, Stuart Pimm, o professor de conservação ecológica da Universidade Duke, nos Estados Unidos, aponta para o fato de a maior parte das espécies consideradas serem europeias. "Não há quase nada da América do Sul ou da África", explica. "É um estudo com falhas." 

Confira o relatório completo: AQUI

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Mata Atlântica teve área regenerada equivalente ao tamanho de São Paulo

Nos últimos 30 anos, houve uma redução de 83% do desmatamento do bioma.

7 dos 17 estados da Mata Atlântica já apresentam nível de desmatamento zero. | Foto: iStock by Getty Images
A Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgam nesta data avaliação inédita da regeneração da Mata Atlântica. O Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, que monitora a distribuição espacial do bioma, identificou a regeneração de 219.735 hectares (ha), ou o equivalente a 2.197 km², entre 1985 e 2015, em nove dos 17 estados do bioma. A área corresponde a aproximadamente o tamanho da cidade de São Paulo.
Segundo os dados do Atlas, Paraná foi o estado que apresentou mais áreas regeneradas no período avaliado, num total de 75.612 ha, seguido de Minas Gerais (59.850 ha), Santa Catarina (24.964 ha), São Paulo (23.021 ha) e Mato Grosso do Sul (19.117 ha).
Confira na tabela abaixo a regeneração ocorrida nos nove estados avaliados:
O estudo analisa principalmente a regeneração sobre formações florestais que se apresentam em estágio inicial de vegetação nativa, ou áreas utilizadas anteriormente para pastagem e que hoje estão em estágio avançado de regeneração. Tal processo se deve tanto a causas naturais, quanto induzidas por meio do plantio de mudas de árvores nativas.
Nos últimos 30 anos, houve uma redução de 83% do desmatamento do bioma. De acordo com Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, sete dos 17 estados da Mata Atlântica já apresentam nível de desmatamento zero: “Agora, o desafio é recuperar e restaurar as florestas nativas que perdemos. Embora o levantamento atual não assinale as causas da regeneração, ou seja, se ocorreu de forma natural ou decorre de iniciativas de restauração florestal, é um bom indicativo de que estamos no caminho certo”, observa Marcia.
Ao longo da história, a ONG foi responsável pelo plantio de 36 milhões de mudas de árvores nativas espalhadas pelo país, especialmente nas áreas de preservação permanente, no entorno de nascentes e margem de rios produtores de água, além de restaurar uma área em Itu, uma antiga fazenda de café, que hoje é destinada para atividades relacionadas a questões de conservação dos recursos naturais e restauração florestal.
“Durante o monitoramento, constatou-se a existência de outras áreas ocupadas por comunidades de porte florestal em diversos estágios intermediários de regeneração, áreas essas que devem ser mapeadas e divulgadas em futuros estudos”, esclare Flávio Jorge Ponzoni, pesquisador e coordenador técnico do estudo pelo INPE.
Este estudo foi realizado com o patrocínio de Bradesco Cartões e execução técnica da empresa de geotecnologia Arcplan. A análise se baseia em imagens geradas pelo sensor OLI a bordo do satélite Landsat 8. O Atlas utiliza a tecnologia de sensoriamento remoto e de geoprocessamento para monitorar remanescentes florestais acima de 3 ha.
Confira o mapa das áreas regeneradas:


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

FFP RESISTE - ATO




 No dia 24 de Janeiro 

Passamos por momentos turbulentos na UERJ, os ataques à educação se intensificaram e a UERJ agoniza com o descaso do Governo do Estado. Nesse momento mais do que nunca, precisamos estar nas ruas pressionando o governo e mostrando a população toda a importância da UERJ ao estado do Rio de Janeiro. 

Dentro do processo de destruição da Universidade pública, gratuita e de qualidade o Governo do Estado quer fazer da nossa Universidade o modelo.
PRECISAMOS LUTAR CONTRA ESSE PROCESSO! PRECISAMOS RESISTIR! 
Então, venham todas e todos para que possamos RESISTIR juntas e juntos a todos esses ataques!

CRONOGRAMA:

- Oficina de Cartazes e Panfletagem na Praça às 14h 
- Saída em direção a Praça Zé Garoto às 16h
- Encont
ro com o ATO Contra o Aumento das Passagens às 18h


#FFPnaLuta #UERJresiste


FONTE: https://www.facebook.com/events/1340523592681506/

UERJ de Luto na Luta






No dia 24 de janeiro, às 9h, está marcado o ato "UERJ DE LUTO NA LUTA", em defesa do ensino público e do desenvolvimento das atividades de pesquisa, extensão e cultura. Vamos vestir a universidade de luto protestando contra o tratamento indigno por parte do governo estadual, os cortes de verbas de manutenção, a ausência de orçamento, o não pagamento dos salários e bolsas. 

Lutamos contra o fechamento da UERJ, considerada uma das mais importantes universidades do país, que conta com mais de 40 mil alunos de graduação e pós-graduação, grupos de pesquisa do mais alto nível científico e uma rede de unidades espalhadas pelo estado do Rio de Janeiro, incluindo o Hospital Universitário Pedro Ernesto e a Policlínica Piquet Carneiro.

Por isso, convidamos a todos para participar dessa manifestação, que também representa a luta a favor da educação gratuita e de qualidade, fundamental para o desenvolvimento econômico e social do nosso país.

Não ao fechamento da UERJ!!!
UERJ Resiste!!!!

FONTE: https://www.facebook.com/events/159705947851173/

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Governo incentiva consumo consciente desde a infância

Ministério do Meio Ambiente instituiu o dia do Consumo Consciente em 15 de outubro de 2009. O objetivo é estimular a reflexão sobre atitudes sustentáveis


Uma prática adotada pelos brasileiros é a economia de energia elétrica e o combate ao desperdício de água

Em homenagem ao dia do Consumo Consciente, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) incentiva uma maior conscientização sobre o consumismo infantil, propondo novos comportamentos desde a infância e apontando como pequenas atitudes podem gerar grandes mudanças.
A diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentável (DPCS) do MMA, Raquel Breda, destaca que o consumo consciente deve ser estimulado desde muito cedo com as crianças. “A compreensão de que se pode viver e ser feliz com menos e sem apego aos bens materiais, evitando assim o consumismo, é um ato de formação do indivíduo para a cidadania ambiental”, afirma.
A data foi instituída em 15 de outubro de 2009, pelo MMA, para divulgar um movimento de conscientização que vem tomando conta do planeta. 
Novas gerações
Para auxiliar na formação de uma nova geração de consumidores, foi lançado, pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, uma versão do Código de Defesa do Consumidor - https://www.proteste.org.br/institucional/informe-se/cartilhas-da-proteste/guia-do-cdc-miriam (CDC) para o público infantil. A publicação trata dos impactos do consumo. Uma das abordagens do documento é como o consumismo é um grande inimigo do meio ambiente.
Com esse objetivo, a edição aponta a necessidade da economia de energia e água, da reflexão sobre as compras desenfreadas e o desperdício de alimentos. A versão infantil do código cita, como exemplo, que para fabricar uma calça jeans são necessários 11 mil litros de água, sugerindo que se analise a real necessidade de comprar um jeans novo antes de usar bem o antigo.
Atitudes
A mudança de comportamento começa nas pequenas atitudes cotidianas. Recentemente, a pesquisa “O Consumo Consciente no Brasil”, conduzida por empresa especialista na avaliação do atendimento ao consumidor, mapeou as principais práticas associadas ao consumo consciente consideradas pelos brasileiros.
Em primeiro lugar, com 97%, está a economia de energia elétrica e o combate ao desperdício de água. Algumas atitudes rotineiras garantem economia de energia e água: apagar a luz do ambiente que não está sendo utilizado, não tomar banho demorado e fechar a torneira enquanto escova os dentes.
Outras atitudes apontadas pela pesquisa, que são simples de serem incorporadas no dia a dia e podem ser adotadas desde cedo, são: comprar produtos de empresas que respeitam o meio ambiente (96%); reciclar e separar o lixo (96%); evitar o descarte de comida (94%); comprar produtos orgânicos ou material reciclado (90%); utilizar o carro no esquema de caronas (85%); utilizar transporte público em substituição ao carro (84%); substituir o carro por bicicleta (82%); e não consumir produtos testados em animais (70%).