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sábado, 5 de novembro de 2016

[Revista CH] Sumindo das florestas...

Onça-pintada pode desaparecer da mata atlântica. A perda de um predador que ocupa o topo da cadeia alimentar deverá, segundo pesquisadores, causar sérios impactos ao bioma.



Onça-pintada, maior felino das Américas. Ação humana pode comprometer o futuro da espécie na mata atlântica. (foto: Beatriz Beisiegel)

Maior felino das Américas e terceiro maior do mundo (perde apenas para o tigre e o leão), a onça-pintada (Panthera onca) poderá, em breve, estar extinta na mata atlântica. É o que estimam alguns especialistas brasileiros, segundo os quais todo o bioma não chega a ter 250 indivíduos. A mata atlântica se estende ao longo da costa nordeste, sudeste e sul do Brasil, e cobre partes da Argentina e do Paraguai. 

Presente em boa parte do continente americano, do México ao norte da Argentina, a onça-pintada aparece em todos os biomas brasileiros, à exceção dos pampas, de onde teria desaparecido há pouco tempo devido à ação humana. No país, as maiores populações da espécie estão na Amazônia e no Pantanal. Calcula-se que em todo o mundo o número de indivíduos não chegue a 10 mil. 


Caso a onça-pintada desapareça da mata atlântica, será a primeira vez que um bioma tropical terá perdido um predador de topo da cadeia alimentar (que não é presa natural de nenhuma outra espécie). A situação do animal nesse ambiente foi descrita em carta redigida por 13 pesquisadores (12 deles brasileiros) e publicada recentemente na revista Science. 




Dados que preocupam 



Um dos signatários do documento, o biólogo Eduardo Eizirik, da Pontifica Universidade Católica do Rio Grande do Sul, afirma que o número estimado de onças-pintadas na mata atlântica é pequeno. Como esses indivíduos estão espalhados em oito populações (grupos de animais que vivem e se reproduzem entre si) isoladas, com poucos integrantes cada uma, a conservação de P. onca se torna ainda mais difícil. 


Isso porque, segundo Eizirik, uma população pequena está mais vulnerável a acasos. O nascimento de animais do mesmo sexo ou a morte de um indivíduo, por exemplo, pode prejudicar a reprodução da espécie. “As mesmas eventualidades não teriam efeitos tão severos se as populações fossem maiores”, diz o biólogo. 




Extinção da onça-pintada na mata atlântica pode produzir sérios impactos ambientais. Caso isso aconteça, será a primeira vez que um bioma tropical terá perdido um predador de topo da cadeia alimentar. (foto: Beatriz Beisiegel) 


Ele acrescenta que grupos menores podem também ser afetados geneticamente. “As chances de endocruzamento [acasalamento entre parentes] são maiores, o que pode resultar em indivíduos com má formação ou com menor capacidade de adaptação ao ambiente”, explica. 


Análises moleculares feitas pela equipe de Eizirik em alguns exemplares de onça-pintada revelaram um dado ainda mais preocupante: a população efetiva da espécie, que corresponde aproximadamente ao número de adultos reprodutores, não chega a 50 indivíduos em cada uma das populações isoladas da mata atlântica. 



Diminuição perigosa



Como predador carnívoro de topo de cadeia, conhecido por sua mordida forte e fatal, a onça-pintada é responsável pelo controle populacional de diversas espécies que fazem parte de sua dieta. 


Seu eventual desaparecimento da mata atlântica poderá então, segundo o biólogo Ronaldo Morato, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros, ocasionar, entre outros problemas ambientais, uma superpopulação de veados, antas, capivaras e porcos-do-mato. Morato é outro signatário da carta publicada na Science. 


Em grande quantidade, esses animais – a maioria deles herbívoros – se tornariam prejudiciais a algumas plantas da floresta. Na falta do predador, o aumento do número de outros carnívoros, como sucuris e jacarés, pode também ocasionar a extinção de outras espécies, como pequenos roedores. 




Sumiço explicado



Diversos fatores explicam a redução do número de onças-pintadas na mata atlântica. Um deles diz respeito à diminuição, nas últimas décadas, da área de floresta necessária à sobrevivência da espécie. O animal, habituado a viver de forma isolada, requer uma área de aproximadamente 100 km². 



Mas a onça-pintada quase não encontra mais fragmentos florestais desse tamanho. Estima-se que a mata atlântica, hoje com pouco mais de 100 mil km², tenha apenas 8% de sua área original, e seus fragmentos vêm se tornando cada vez menores diante dos constantes desmatamentos.




Baía de Antonina, no litoral paranaense, vista da serra do Mar, um dos trechos mais bem preservados da mata atlântica brasileira (foto: Wikimedia Commons/ Deyvid Setti e Eloy Olindo Setti – CC BY-SA 3.0)
Esse cenário, afirma Eduardo Eizirik, é agravado pela expansão das áreas de pastagem e de plantio no entorno dos fragmentos de mata, impedindo que animais de um fragmento interajam com os de outro. A caça do animal ou de suas presas pelo homem também é uma ameaça à conservação da espécie. 


Segundo Ronaldo Morato, algumas ações estão sendo planejadas com a finalidade de proteger a espécie. “Analisamos a viabilidade de intercambiar indivíduos entre biomas ou fazer suplementação populacional por meio de inseminação artificial.” 



Mas os pesquisadores adiantam que não é possível prever com rigor as consequências de tais medidas, já que é impossível controlar o comportamento do animal e seu instinto de voltar ao território original. “Ainda há chances de reversão do quadro”, afirma Eizirik. “Mas ações políticas e sociais de preservação devem ser tomadas imediatamente.” 





terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Retorno do recesso, primeira postagem do ano!

A partir de hoje estamos retornando com as postagens em nosso blog. E, como primeira do ano, faremos a divulgação do projeto "Clipping Ambiental - Informações e debates em Sala de Aula".

Imagem do blog do projeto

É uma iniciativa desenvolvida pela Faculdade de Educação do Instituto de Biologia da UFRJ - Projeto Fundão Biologia.

A ideia do "Clipping Socioambiental" é trazer ao professor materiais para debates em cima de temas do cotidiano.

Qualquer informação e todo o material do projeto pode ser acessado e baixado pelo seu blog. ACESSE-O AQUI!  http://2.bp.blogspot.com/-



terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Chico Mendes: de Seringueiro a Patrono do Meio Ambiente

Chico Mendes and children 1988
Chico Mendes e seus Dois filhos (FONTE: Wikipédia)


Ontem (dia 16/12) foi sancionada uma Lei declarando o grande líder seringueiro Chico Mendes como patrono do meio ambiente no Brasil.

Chico Mendes foi um grande defensor da conservação da Amazônia. 

Por conta de seus prestigiados atos, Chico Mendes jé recebeu homenagens de vários órgãos conservacionistas e, dentre eles, possui um com o seu próprio nome (ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade).





A notícia na integra pode ser acessada no Portal O Eco.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Parque Nacional da Serra dos Órgãos completa 74 anos


Em comemoração ao 74° aniversário de sua fundação, o PARNASO esta trazendo uma programação especial e gratuita!

Abaixo pode ser visto o convite do evento, que está disponível no site do parnaso

convite Parnaso
FONTE: http://www.icmbio.gov.br/parnaserradosorgaos/destaques/137-aniversario-do-parque.html


Não deixe de conferir, antes de fazer sua visita, o nosso Guia Didático do PARNASO da trilha do Poço Verde, em Guapimirim/RJ, clicando AQUI 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Menos computadores, mais brincadeiras ao ar livre


"Preocupada com o sedentarismo das novas gerações, Inglaterra lança campanha nacional para convencer as crianças a passarem mais tempo em contato com a natureza"

Pausa selvagem: ‘The Wild Network’ quer pelo menos meia hora por dia de brincadeiras na natureza Latinstock

RIO - A maior iniciativa já realizada na Inglaterra para reaproximar as crianças da natureza. Assim pode ser definido o ambicioso projeto da “The Wild Network”, uma colaboração que reúne 400 organizações, entre escolas, grupos de escoteiros, empresas, ativistas e ambientalistas. Todos em torno do mesmo objetivo: convidar as crianças a trocar as telas do computador e da TV por brincadeiras ao ar livre.

Lançada no mês passado, a campanha estimula a adoção de atividades tradicionais, mas cada vez menos praticadas pelas novas gerações, como acampamentos.

- A trágica verdade é que bastou apenas uma geração para que as crianças perdessem o contato com a natureza e o ar livre - disse à “BBC” Andy Simpson, presidente da associação. - O tempo que se gasta ao ar livre está diminuindo cada vez mais, as brincadeiras estão em declínio e a habilidade de identificar as espécies foi perdida. 

Pais também contribuem

Para as autoridades inglesas, sobram evidências sobre os efeitos negativos de uma infância sedentária. Um relatório do National Trust (organização dedicada a preservar as riquezas culturais e ambientais do país) indica que o “déficit de natureza” é “dramático” para a saúde e a educação delas. Segundo a associação, o tráfego cada vez mais intenso e a atração por telas digitais são fatores decisivos. Mas o nível de estresse e ansiedade dos próprios pais também contribuem. Há indícios de que este déficit seria pior no Reino Unido do que em outros países europeus, explicando assim os baixíssimos índices das crianças britânicas em pesquisas de satisfação.

“Isso está mudando a maneira como as crianças crescem e veem o mundo”, escreveu o naturalista Stephen Moss, um dos autores do relatório do National Trust.

A distância percorrida pelas crianças em brincadeiras fora de casa diminuiu 90% em 30 anos, e o tempo gasto teve uma queda de 50% em apenas uma geração. Por outro lado, estudos nos últimos anos mostram que o tempo na natureza aumenta a felicidade, saúde e qualidade de vida dos seres humanos. Nesse caso, as gerações futuras têm tudo para se tornarem adultos ainda mais sedentários - e insatisfeitos - que os de hoje.

Para a “The Wild Network” bastariam 30 minutos diários de brincadeiras para os menores de 12 anos aumentarem seus níveis de aptidão física e melhorarem seu bem-estar. É o que eles chamam de “pausa selvagem”. A campanha foi lançada junto com um documentário, que conta a história de um pai preocupado que as horas de vigília de seus filhos estão sendo “dominadas por uma cacofonia de marketing, e uma dependência por computadores que ameaça transformá-los em zumbis”.


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Nova espécie de tubarão-martelo é descoberta nos Estados Unidos

"Espécie foi chamada de 'tubarão-martelo Carolina'. Externamente, animal é idêntico ao tubarão-martelo que já era conhecido."

Imagem de tubarão-martelo comum, o Sphyrna lewini (Foto: Barry Peters/ Wikimedia Commons)
Imagem de tubarão-martelo comum, o Sphyrna lewini, que é externamente igual à nova espécie Sphyma gilberti (Foto: Barry Peters/ Wikimedia Commons)





Uma equipe de cientistas da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, descobriu nova espécie de tubarão, batizado de Sphyrna gilberti, ou "tubarão-martelo Carolina". Segundo os pesquisadores, a espécie demorou muito tempo para ser descoberta porque é muito parecida com o conhecido tubarão-martelo (Sphyrna lewini), praticamente indistinguível externamente.

Ao examinar as coletas de tubarões-martelo feitas na costa do estado americano, a equipe percebeu que a espécie analisada, na verdade, tinha duas assinaturas genéticas diferentes, tanto nos genomas mitocondriais quanto nos nucleares.

A partir de pesquisa em literatura, descobriram que em 1967 havia sido descrita um exemplar anormal de tubarão-martelo, que tinha 10 vértebras a menos. O exemplar, que estava no Museu de História Natural da Flórida, foi examinado pela equipe.

Pela análise de sua estrutura física, a equipe concluiu que se tratava de uma espécie diferente, mas fisicamente quase indistinguível da espécie comum.

A equipe publicou a evidência genética em 2006 e seguiu adiante com a pesquisa. Fez medições de 24 S. lewini e 54 exemplares da nova espécie, para finalmente descrevê-la neste ano. A diferença morfológica da nova espécie são as 10 vértebras a menos.

Ela foi batizada de S. gilbert em homenagem a Carter Gilbert, ex-curador do Museu de História Natural da Flórida que havia feito a primeira descrição.

Segundo Joe Quattro, que liderou as pesquisas, a população de tubarão-martelo diminuiu muito nas últimas décadas, mas não é possível saber o quanto foi reduzida a população da espécie S. gilbert, já que até então ela não era conhecida.

A equipe também estabeleceu locais e assinaturas genéticas para diferentes espécies de peixes encontradas nos rios da Carolina do Sul, estuários e águas costeiras.

FONTE: http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/11/nova-especie-de-tubarao-martelo-e-descoberta-nos-estados-unidos.html








terça-feira, 5 de novembro de 2013

[Museu nacional da UFRJ] "Para aproximar museus do público infanto-juvenil"

Vinicius Zepeda

Divulgação/PUC-Rio
"O interesse que a princesa Leopoldina nutria pela botânica
 é tema de uma das animações desenvolvidas pelo projeto"

"No Egito Antigo, os gatos eram tratados como verdadeiros deuses. Além de belos, ágeis e astutos, eram grandes caçadores... Suas presas eram cobras, pássaros e ratos, que atacavam as plantações e destruíam tudo. Com isso, conquistaram a simpatia dos egípcios, que resolveram conceder-lhes uma honra antes limitada apenas aos humanos: a mumificação." A narrativa é parte da história O gato múmia, animação de cerca de um minuto, produzida para ressaltar a coleção de múmias de gatos disponível no Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O filme é uma das vertentes de um projeto de uso de recursos de mídia digital para museus do Rio, sob a coordenação geral de Jorge Roberto Lopes dos Santos, professor e pesquisador do Departamento de Artes e Design da Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio). A iniciativa conta com auxílio do edital Prioridade Rio, da FAPERJ.

Jorge Lopes, que é também pesquisador colaborador do Museu Nacional, conta que a ideia surgiu quando resolveu levar seus alunos de graduação da PUC-Rio para conhecer as coleções do museu. "A partir daí, os estudantes pensaram em utilizar animações como forma de transmitir informação científica aos jovens, principalmente às crianças", lembra Lopes. Ele explica o porquê e a importância de empregar recursos de mídia digital como forma de atrair a curiosidade dos jovens, aumentar o público frequentador e transmitir mais informações aos visitantes. "Acostumados a acessar muitas informações textuais e de imagens pela internet, os jovens veem os museus expositivos como algo antigo, do passado, e não se tornam frequentadores somente por causa de uma visita escolar obrigatória. Daí a importância da tecnologia para atrair sua atenção", explica Lopes. Em sua opinião, no caso do público infantil, a animação é fundamental. "As informações disponíveis nas peças de um museu expositivo, como é o caso do Museu Nacional, não são um material que desperte a curiosidade das crianças. Neste ponto, a animação se torna um ótimo instrumento para permitir acesso a essas informações", explica.


Divulgação/PUC-Rio 
"Estudantes desenvolvem aplicativo para leitura de QRCode 
com informações sobre algumas peças do Museu Nacional "



Além de O gato múmia, os estudantes da PUC-Rio elaboraram um projeto de produção de mais nove animações curtas, de um minuto, sobre peças da coleção egípcia. Também no museu, outro grupo vem desenvolvendo um aplicativo para leitura de QRCode – código de barras em 2D que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares que tenham câmera fotográfica; decodificado, esse código passa a ser um trecho de texto ou linkque redireciona o acesso ao conteúdo publicado em algum site –, com informações mais detalhadas sobre as obras do acervo para tablets, smartphones e outros dispositivos móveis. "E, ainda em fase inicial de desenvolvimento, o projeto Rever Vargas criará também um aplicativo para dispositivos móveis, com informações históricas e geográficas que reconstituem o mês que antecedeu o suicídio de Getúlio Vargas", completa.

Como responsável pela coordenação geral, Jorge Lopes divide a função com outros professores do Departamento de Artes e Design da PUC-Rio: Claudia Bolshaw, do Núcleo de Arte Digital e Animação (Nada), responsável por coordenar o trabalho dos alunos no trabalho de animação, e João Bonelli, do Laboratório de Interfaces Físicas Experimentais (Life), que supervisiona o desenvolvimento dos aplicativos para dispositivos móveis. "Vale destacar que, apesar de nossa supervisão e orientação, essas iniciativas foram propostas e vêm sendo desenvolvidas pelos alunos de graduação da universidade", destacam os professores.


FOTO: Weiller Filho 
Jorge Lopes: uso de mídia digital
para atrair juventude ao museu

No caso das animações, Claudia Bolshaw explica que, além de O gato múmia, já pronta e disponível no espaço de exposições do Museu Nacional, acionado por tablet, mais quatro animações estão sendo finalizadas e estarão em fase de testes até dezembro. "Cada aluno, que dirigiu uma dessas desenhos, foi também responsável por conversar com os pesquisadores para ajudar na elaboração do roteiro", afirma Claudia. A primeira animação fala sobre Sha Amoun Em Su, antiga cantora lírica da corte egípcia, que foi mumificada e adquirida para a coleção do imperador brasileiro Pedro II. A segunda aborda as cartas que a princesa Leopoldina escrevia para o imperador austríaco Francisco I, demonstrando seu interesse por botânica. A descoberta astronômica mais importante durante o reinado, um meteorito que demorou cem anos para ser achado onde hoje é o estado da Bahia é o tema de Bendengó, animação que inclui ritmos do repente e diversos elementos da cultura nordestina. O quarto desenho, A história de Max e Sam, aborda a aventura de dois diferentes dinossauros durante a pré-história. "Vale destacar que a opção por produzir animações de um minuto, todas terminadas com a frase ‘Você encontra na coleção do Museu Nacional’, foi para que, além de servir como estímulo para crianças e jovens conhecerem as obras do local, também possam ser usadas como comerciais para a televisão", completa.

Já João Bonelli, que responde pela supervisão do desenvolvimento dos aplicativos para dispositivos móveis, explica que, graças aos recursos da FAPERJ, pôde obter dois computadores MAC, com monitor Full HD, além de tablets para equipar o Laboratório de Interfaces Físicas Experimentais (Lire), sob sua responsabilidade. "Este espaço é uma iniciativa inédita no país. Aqui os estudantes de graduação estão aprendendo programação voltada para design de aplicativos para dispositivos móveis, área que tem ficado restrita aos estudantes de computação", afirma Bonelli, com entusiasmo. Segundo ele, até o final de dezembro, o aplicativo para leitura de QRCode, batizado de ArtScan, já estará disponível para testes no Museu Nacional. "Qualquer pessoa, com um celular, tablet ou smartphone poderá ler o código. E ainda disponibilizaremos tablets para que os visitantes possam acessar as informações", conclui.


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Simpósio Natural de Estratégias do Governo para Desenvolvimento e Aplicação da Biotecnologia no Brasil do IVB

Disponível em: http://www.vitalbrazil.rj.gov.br/biotecnologia2013/imgs/banner.jpg
"O Instituto Vital Brazil (IVB) estará realizando, nos dias 29 e 30 de outubro, o Simpósio Natural de Estratégias do Governo para Desenvolvimento e Aplicação da Biotecnologia no Brasil.

O evento, para estudantes, está com preço promocional de R$20,00.

Maiores informações, como inscrição, submissão de trabalhos e programação, podem ser conferidos clicando aqui.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

PARNASO - 5º Encontro de educação ambiental.




Atenção, pessoal!

Nos dias 3,4 e 5 de outubro, na sede do Parque Nacional da Serra dos Órgãos localizada em Teresópolis, estará acontecendo o 5º Encontro de Educação Ambiental do PARNASO.

Para maiores informações, acesse o link

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Museu nacional: programação especial

Exposição de Paleobotânica

O nosso blog, além de postar guias didáticos, estará trazendo a partir de agora informações sobre eventos e outras novidades das instituições que já possuem guias.

A primeira postagem dessa série é sobre uma exposição de paleobotânica que está acontecendo no Museu Nacional da UFRJ.

Maiores informações podem ser encontradas clicando aqui

E claro: não deixe de conferir o Guia do Museu Nacional